🇪🇦 AP-6, AP51 e AP61 IRÃO CONTINUAR COM PORTAGENS


Ministério alerta para falta de capacidade dos acessos à AP-6 caso sejam eliminadas portagens


O Ministério alerta ainda para a possível insuficiência do pavimento ou das áreas de serviço caso aumente o tráfego nas Auto-estradas.

O Ministério dos Transportes e da Mobilidade Sustentável terá em cima da mesa um primeiro relatório na próxima primavera que identificará as ações que exigem a "previsível" eliminação das portagens na autoestrada AP-6, entre Castela e Leão e Madrid, bem como a Sucursais de Ávila (AP-51) e Segóvia (AP-61), a partir de novembro de 2029. 

O departamento de Óscar Puente encomendará à consultora LRA, com vasta experiência em planeamento de infraestruturas, a elaboração de um estudo completo sobre o impacto no tráfego que a liberalização implicará a construção da autoestrada, cuja concessão foi outorgada em 1999, pelo que a sua conclusão estará concluída em 2029. No entanto, em novembro deste ano deverá ser atribuída uma nova concessão, com duração de sete anos, em cumprimento de decisão da União Europeia. Sindicato que declarou ilegal a concessão anterior.

Desta forma, a empresa LRA Infraestructures Consulting venceu o concurso de Transportes para a elaboração de um estudo informativo no valor de 895.097 euros, que tem um prazo de execução de 30 meses.

 Nos primeiros oito meses, ou seja, na primavera, você deve ter pronto um relatório inicial no qual faz um “diagnóstico” da situação que seria gerada com a eliminação do pedágio com base na nova concessão.


A sua análise centrar-se-á na "redistribuição" do tráfego tanto na AP-6 (Villalba-Adanero), com a AP-51 (Villacastín-Ávila) e na AP-61 (San Rafael-Segóvia), como no resto das estradas nacionais. 

O Ministério pretende rever todos os estudos existentes e investigar a capacidade de acomodar novas infraestruturas com base em factores físicos, ambientais, territoriais e culturais.

Além disso, os Transportes ordenaram que fosse feito um “inventário” das infra-estruturas existentes e um estudo dos fluxos de movimento para fazer um projecto da situação actual e daquela que será inaugurada em 2029.


 Com toda a informação recolhida, será elaborado um relatório elaborado. relatório preliminar, que servirá para solicitar o documento de escopo do Estudo de Impacto Ambiental, conforme informado pela agência Ical.

Este documento, que deverá ser concluído na primavera de 2025, definirá inicialmente as alternativas mais “ótimas” para estudo posterior nas duas fases seguintes do contrato.


 Especificamente, será realizada uma “análise multicritério simplificada” que inclui fatores como funcionalidade, rentabilidade, impacto no território ou estrutura territorial.


O Ministério reconhece na documentação que acompanha este concurso que o “previsível” fim das portagens em 2029 significa que as AP-6, AP-51 e AP-61 atraem tráfego de outras estradas vizinhas, nomeadamente N-VI, N-110 e N-603, além daquela que poderá ser induzida pela redução do custo geral de transporte. Isto, salienta, poderá ser colmatado com a “insuficiência” da capacidade de algumas ligações, mas também das áreas de serviço existentes ou do pavimento rodoviário, uma vez que terá de suportar um maior volume de tráfego pesado.

MACRO SIMULAÇÃO DE TRÁFEGO 

O estudo informativo exigido pelo Ministério consistirá na definição e comparação das diferentes alternativas de atuação nas AP-6, AP-51 e AP-61, como nas N-VI, N-110 e N-603, para quais serão determinadas as suas características mais adequadas e uma estimativa do seu orçamento. 

Para isso, será realizada uma análise de tráfego através da construção de um modelo de macro simulação com matrizes de origem e destino baseadas em dados de telefonia móvel e estações medidoras de campo para caracterizar o tráfego nos nós existentes.

Estas obras serão realizadas em três fases. A primeira, segundo cálculos do Ministério, terá início em breve e terminará na primavera de 2025. Nela, o licitante vencedor fará um diagnóstico da situação derivada da redistribuição do tráfego e do território caso seja necessária nova infraestrutura.


 Tudo isto será recolhido num documento inicial, que servirá para solicitar o documento de âmbito do Estudo de Impacto Ambiental e para uma primeira definição de alternativas.

Na segunda, prevista para março a dezembro de 2025, as alternativas selecionadas serão definidas com maior precisão de forma a estabelecer o seu impacto ambiental residual, a sua funcionalidade e os seus custos. Este último permitirá que as denúncias sejam estudadas e comunicadas à Informação Pública e serão incorporadas as exigências impostas pelo DIA, que será elaborado durante 2026, e pela aprovação provisória do estudo no final desse ano.

Tal como explicou há semanas o deputado socialista José Luis Aceves, com base nas conclusões deste estudo, o Ministério decidirá as condições da concessão a realizar em 2029 e se inclui ou não portagens.

Fonte:https://www.elnortedecastilla.es/segovia/ministerio-avisa-falta-capacidad-accesos-ap6-suprimen-20240818072242-nt.html?fbclid=IwY2xjawEywYdleHRuA2FlbQIxMQABHdaP0dYzMhdyFJoP0TiKLcVWg9Q4vIgND6K5-91apCTD6Hgb_92Z7D6pjg_aem_ymqDlW2d_F6hnUFfDzhYFg&ref=https%3A%2F%2Fwww.elnortedecastilla.es%2Fsegovia%2Fministerio-avisa-falta-capacidad-accesos-ap6-suprimen-20240818072242-nt.html%3Ffbclid%3DIwY2xjawEywYdleHRuA2FlbQIxMQABHdaP0dYzMhdyFJoP0TiKLcVWg9Q4vIgND6K5-91apCTD6Hgb_92Z7D6pjg_aem_ymqDlW2d_F6hnUFfDzhYFg&sfnsn=scwspmo



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