🇪🇦 É URGENTE, EXISTIR UM TACÓGRAFO EM TODOS OS VEÍCULOS

Tacógrafo para todos:
 ''Trabalhar/conduzir 14 horas é imprudente''

Dos mais de 210 mil associados da RETA no setor dos transportes, cerca de 30% dedicam-se ao transporte de mercadorias com peso inferior a 3.500 kg de massa máxima autorizada.

 Fundamentalmente, estes trabalhadores independentes dedicam-se à entrega de encomendas no último quilómetro, de acordo com estimativas da UPTA.

O Sindicato Profissional dos Trabalhadores Autônomos (UPTA) denuncia que muitos destes profissionais que se dedicam ao transporte de carrinhas de pequena tonelagem vivem em “situação de semi-escravidão”

 OS MESMOS TRABALHAM/CONDUZEM, EM MÉDIA, 14 HORAS POR DIA. 

“As grandes empresas de comércio eletrônico estouraram o setor de encomendas”, dizem eles.

A UPTA lançou uma campanha para chamar a atenção de todas as administrações envolvidas no transporte de mercadorias para esta situação . 

“Só há uma forma de acabar com esta situação num sector que deveria estar perfeitamente organizado e regulado pelas administrações e que, infelizmente, está fora de controlo. A solução passa por implementar o tacógrafo para todos os veículos que, independentemente da sua capacidade de carga, se dedicam ao transporte de mercadorias e nas rubricas correspondentes a essa actividade. É urgente e necessário que uma carrinha com massa máxima autorizada de 1.500 kg, ou um veículo ligeiro de carga inferior a 3.500 kg de massa máxima autorizada, tenha o tacógrafo como referência para controlar perfeitamente as horas de condução”,

 Afirma Eduardo Abad, presidente ...da UPTA.

“Não é só um problema de horário de trabalho, mas também de falta de contribuições para a Segurança Social pelas horas extraordinárias que são realizadas de forma irregular . Além disso, esta situação traduz-se numa falta de segurança rodoviária porque trabalhar 14 horas a conduzir e a entregar encomendas é imprudente, tendo em conta que estas carrinhas circulam nas mesmas estradas e ruas que os restantes cidadãos, aumentando o risco de acidentes de trânsito, devido ao esgotamento dos trabalhadores do setor dos transportes ligeiros de mercadorias”, acrescenta o dirigente do Sindicato Profissional dos Trabalhadores Independentes (UPTA).

Fonte:https://www.transporte3.com/noticia/19954?b=1&fbclid=IwAR0ny6wiPS1dayIP2o2QmGvZo2M6757ZUIzeL5_ggfneqPppwY-oEhzPYnc



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