🇪🇦 FALTA DE CONDUTORES PROFISSIONAIS, PORQUE SERÁ?
0s Transportadores e os Expedidores concordam com o principal problema do transporte: A FALTA DE CONDUTORES PROFISSIONAIS
A maioria dos clientes de transporte acredita que a melhor solução é incentivar a entrada no setor de jovens, mulheres e desempregados de longa duração.
A relação entre transportadoras e expedidores vive momentos tensos devido à atual conjuntura econômica, porém, coincidem em apontar o principal problema do transporte rodoviário de cargas: a falta de motoristas.
E é que a Aecoc questionou fabricantes, distribuidores e transportadoras sobre os principais problemas do setor deixando a possibilidade de escolher três opções:
- 91,67% dos FABRICANTES
- 87,5% dos DISTRIBUIDORES
- 80% das TRANSPORTADORAS
Responderam:
O PORQUE DA FALTA DE MOTORISTAS.
Isso se reflete no estudo Perspectivas para a cadeia produtiva de consumo de massa 2022, elaborado pelo sindicato patronal de fabricantes e distribuidores.
Para 60% das empresas pesquisadas, implementação da nova regulamentação é um problema, acima do preço do diesel.
A Aecoc também questionou os clientes das transportadoras quais são as medidas que devem ser implementadas para colmatar esta carência.
- 83,08% dos expedidores optam por incentivar jovens, mulheres e desempregados de longa duração.
- 80% consideram que é necessário apoio econômico e burocrático para ingressar na profissão
"algo que é mais importante para os distribuidores do que para os fabricantes".
- Em menor escala, outras soluções seriam aumentar as áreas seguras de descanso (41,54%) ou incentivar autorizações de trabalho para estrangeiros (40%).
OUTROS PROBLEMAS DE TRANSPORTE
Além da falta de motoristas, para 60% das empresas inquiridas a implementação do novo regulamento é um problema, ao contrário do ano passado em que o preço do combustível foi o segundo motivo de preocupação.
Recorde-se que em 2022 foram aprovados três Decretos-Lei com medidas que afetam diretamente os Expedidores, como a proibição de carga e descarga pelo condutor ou a revisão do preço do transporte em função do aumento do combustível.
Justamente, o preço do diesel aparece em terceiro lugar no ranking dos principais problemas, com 55,38%.
Curiosamente, apenas para 20% das transportadoras consultadas pela Aecoc é um dos três principais problemas, enquanto 55,56% dos fabricantes e 62,5% dos distribuidores o assinalaram.
Em quarto lugar, 49,23% de todas as empresas pesquisadas acreditam que a estabilidade do setor é um desafio que devem enfrentar.






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