🇪🇦 "GREVE" Nota explicativa (LOGÍSTICA/SINDICATO)
A REJEIÇÃO DAS OPERADORAS LOGÍSTICAS
Logística rejeita a greve "irresponsável" da Plataforma por colocar em risco o setor
O presidente da associação patronal de logística da ONU, Francisco Aranda, rejeitou a convocação de greve anunciada pela Plataforma Nacional em Defesa dos Transportes, que qualifica de "irresponsável" por colocar em risco a cadeia produtiva em um momento chave do ano.
“É irresponsável exigir uma mobilização dessas características, colocando em risco a cadeia de distribuição num momento estratégico do ano para milhares de empresas que agora estão a arriscar a sua demonstração de resultados”, disse Aranda.
Se a greve for adiante, coincidirá com a campanha de Natal, que começa na próxima Black Friday, e na qual o empregador logístico espera um movimento total de 100,3 milhões de serviços, sendo a melhor época do ano para este setor.
Aranda defende que os pedidos dos organizadores da greve já foram assumidos pelo Ministério dos Transportes, Mobilidade e Agenda Urbana e aceitos pelo setor como um todo.
"Nós não entendemos por que essa nova ligação é devida", disse ele.
Da mesma forma, destaca que os novos regulamentos oferecem ferramentas para denunciar os casos em que as ações não estão sendo tomadas de acordo com o marco legal. "Por isso, parece injusto desqualificar todo um setor altamente profissionalizado e que tem dado sinais de compromisso com a sociedade", destacou Aranda.
Sobre o pedido da Plataforma para que haja um preço mínimo para os serviços de transporte, Aranda explicou que isso é *“completamente ilegal e impossível numa economia de mercado livre”* como a espanhola.
PARECER DO SINDICATO
🇪🇦 GREVE "Transportista ou motorista" confundir o cidadão
O anúncio da Plataforma para convocar greves a partir de 14 de novembro é mais uma vez objeto de confusão, mais uma vez por praticamente todos os meios de comunicação, chamando o termo "greve" de iniciativa de cessação de atividade ou lockout.
Nesta ocasião, já é proposital a deturpação da linguagem, uma mensagem maliciosa que confunde os trabalhadores do setor e a sociedade em geral.
Independentemente do respeito e do direito que têm de propor tantas ações quantas considerem, nem os empregadores do transporte rodoviário de mercadorias nem as plataformas independentes representam todo o setor, pelo que é necessário o diálogo e acordos com todos os interlocutores.
Os problemas de fragmentação do sector, concorrência desleal, falso trabalho por conta própria, carga e descarga, futuro da profissão, reforma antecipada, doenças profissionais, segurança rodoviária, dumping social, fraude salarial não podem ser resolvidos ou a transição energética sem falar e pactuar medidas numa mesa de diálogo que inclua a participação de todas as partes envolvidas.
(Comunicado do sidicato espanhol)


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