💥 Dietas que não chegam, dignidade estacionada — o alerta para motoristas assalariados
💥 Dietas que não chegam, dignidade estacionada — o alerta para motoristas assalariados
🧮 O cálculo que dói no bolso
🥐 Pequeno-almoço: 6–10 €
🍽️ Almoço: 15–18 €
🍽️ Jantar: 15–18 €
💧 Duche em área de serviço: 2–3 €
🛑 Outras despesas inevitáveis (cafés, snacks, higiene): 10–15 €
➡️ Total real: 50–65 €/dia
💸 Dietas praticadas em muitos acordos: 50–55 €/dia
🔻 Défice diário que sai do bolso do motorista → menos conforto, menos dignidade.
🚛 A cabina não é casa
🛌 Dormir na litera do camião é imposição, não escolha.
🔥 Verão = calor sufocante • ❄️ Inverno = frio constante
🚿 Higiene precária, barulho, insegurança.
⚠️ Descanso interrompido → risco direto na estrada.
🧾 O “espejismo” das dietas
❌ Não é salário → deve vir separado.
❌ Não conta para a reforma → não cotiza.
💶 Não sobra nada: é para comer, lavar-se e sobreviver em viagem.
🧊 Convenções desatualizadas
📉 Dietas congeladas que não acompanham os preços reais.
🛑 Resultado: motoristas a financiar o trabalho com o próprio bolso.
✅ 5 medidas práticas
1️⃣ 📌 Indexar dietas a custos reais de alimentação e serviços.
2️⃣ 🏪 Acordos com restaurantes e áreas de serviço para refeições decentes.
3️⃣ 🔍 Transparência na folha: dietas claras, separadas do salário.
4️⃣ 🤝 Revisão urgente de convenções coletivas.
5️⃣ 🛡️ Campanhas de segurança rodoviária: descanso digno = estradas seguras.
📣 E tu, que vives a estrada todos os dias?
As dietas chegam para ti? Ou também sentes que a dignidade ficou pelo caminho? 🚛💭
🗞️ Fonte: Diario de Transporte
🔗 Pode consultar todas as obras e cortes de estradas no link:
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